Wednesday, March 28, 2007




Sem título.
Cigarro e Nanquim sobre papel e Photoshop.
2007.

Tuesday, March 27, 2007


O mérito desse fabuloso desenho, infelizmente, não é meu. Pertence ao doente do Suco de Cérebro que, de vez em sempre, traduz em traços o que eu gostaria de gritar muito alto no ouvido de alguém...

...o modo do sujeito se expressar é infinitamente mais cortês. Claro.


Seria genial estampar isso em blusa com o escrito; "Crime; Política partidária". (hum... muito revoltinha, mas é isso)

Tuesday, March 20, 2007


Fui criado numa Base da Força Aérea Brasileira.
Ainda me pego influenciado por essa época.

Monday, March 19, 2007


Pois é. Tive a chance de participar desses Plim-Plins aí. O mote era daqueles "Pratique esportes", "Vá a escola", "Obedeça pai e mãe", "não dê a bunda" e por aí vai. Desenvolvi a idéia bacaninha sobre trabalho infantil. Idéia boa mesmo. Mas, no Far West ser rápido no gatilho requer ser rápido também no saque. Prazos vêm, prazos vão, no meio-de-campo há a procrastinação e - pimba! - prazos expiram. Poderia culpar outros, mas não estou com saco para tirar responsabilidade das minhas costas e, francamente, seria muita cara-de-pau minha, pois, se eu quisesse, essa porcaria estaria animada e fazendo Plim-Plim por aí há tempos.
Não quis, essa é que é a verdade.
Mas, esse não é um texto de "Mea culpa", por mais que pareça. É somente um aviso que, nem que por questão de honra, colocarei no ar essa animação pela emissora. Artisticamente mais maduro, o que é melhor.
Para meus amigos e o resto que acham que a Rede Globo de Televisão é um conglomerado do mal e que é errado eu postar meu trabalho lá; Caiam na real.

Wednesday, March 14, 2007

"Extra! Extra! Figueiredo é acusado de ser reacionário!"
Me apetece aos montes praguejar contra a imprensa nacional. Mesmo. Acho-a mimada, irresponsável, manipuladora e covarde. Burros ao extremo ao noticiar qualquer novidade científica, por exemplo, justificam sua própria ignorância rebatendo-a ao público a limitação “Mas é um jornal de alcance geral. Todos tem que entender de forma clara o que o projeto científico em questão trata” (Claro, explicaram muito bem a diferença entre os US$ 20 milhões do Astronauta Marcos Pontes e o mesmo dinheiro que o turista americano pagou para ir ao espaço. Tanto que iniciou um debate mogolíssimo acerca disso) Redações inteiras têm rabos presos por conta de um contrato comercial que a empresa que controla o jornal tem ou ligado a um político x. E esse último não rareia, posto que boa parte dos legisladores têm concessão radiofônica e televisiva. Ah, e a constituição não permite, mas estão lá. Mistério.
Anyway, estava praguejando contra tudo isso. Como sempre. Por ser um sujeito mal educado que não tem a fina intenção de bajular o próximo e limitar minha liberdade, disse tudo isso na frente de um engajado, mas medíocre, jornalista. O que me deixou mais intrigado não foram os gritinhos nem os xiliques que um homem barbudo pesando, aproximandamente, uns cem quilos deu. (Aliás, não sabia que sujeitos de voz grossa alcançavam agudos tão finos.) mas sua defesa ceguissima em relação à classe.


Ainda surpreendido, me chamou a atenção o cenário Mini-Brasil ali configurado. Ele e eu. Jornalistas versus sociedade. Parecia mesmo a discussão que os jornalistas menos sérios evitam há anos; Sua qualidadade, responsabilidade no que reportam e imparcialidade.


O moço, tomado pela raiva até o começo de seu Comb-over, apontou o dedo para esse que vos escreve e disse que eu tinha um “espíritozinho milico” ao defender alguma agência reguladora para a classe. “E a liberdade de expressão?!? O governo poderia controlar o que é escrito!! E aí?! É ditadura de novo, negão!!Reacionário! Tu sabe o que foi ditadora?!?”, e foi aí que eu vi que o discurso do sujeito é o MESMO que se vê pro aí quando se fala numa agência reguladora para a profissão. Quanto medo.


Retruquei calmo - incrível o que a sobriedade anda me fazendo. Qual o vínculo com o Estado que os conselhos de qualquer outra profissão tem? Isso mesmo, cara audiência. Zero.

O Engenheiro Sérgio Murilo Domingues (Não o dono Naya) do Palace 2 respondeu na íntegra pela responsabilidade do desmoronamento, pois, o CREA, há bilhões de anos luz, disse assim “Cada obra terá um responsável técnico que supervisionará as obras e tudo que acontece nela para que haja controle do que se produz nos critérios de segurança e qualidade de produção”. Aí, cada obra tem o Responsável Técnico. Ele causou danos e terá que pagar pela sua omissão. Desde então, esse homem não assinou nem projeto de casa de cachorro. Incompetente? Retiramos do mercado, pois, não é dos nossos. Simples assim.

Agora, peguemos um gordo leguminoso jornalista barbudo (nada pessoal com o gajo, foi só ilustração repleta de coincidência) escreve sobre um casal dono de um jardim de infância no interior de São Paulo, regido pela mente fantasiosa de algumas fontes bem imbecis. “Esse casal é pedófilo e mantém uma escolinha” dizem. É a bomba do século. O Jornalista publica, o Ministério Público vai atrás e começa o processo de difamação do casal. O jornalista brasileiro é um dos poucos no mundo que não sabe (ou não quer saber) a diferença entre acusado, suspeito e indiciado.

Obviamente, orgulhoso pai de seu menino, o jornalista põe lenha na fogueira e manda uma redação sobre a história onde o “acusados” transofrma-se em “fascínoras repletos de culpas, esses safados”. A sociedade já julga. Contudo, o judiciário não cai muito nessa e vê os fatos com calma. O casal, que desde o começo se dizia inocente, de fato, era.
Essa história é popular. Icushiro Shimada, Maria Aparecida Shimada e Maurício Monteiro de Alvarenga foram condenados culpados pela sociedade, por bastante tempo. A dúvida para o público da inocência ficou no ar. “Acho que faltaram provas”, “Escaparam de fininho!”. Nunca o julgamento que o jornalista vende será trocado pelo bom senso. Não acreditamos muito em autoridades, por isso, vem o gancho para que o imprensa nacional se julgue o quarto poder. Quanto às vítimas? Até agora se vêem às voltas com processos indenizadórios. A denúncia ocorreu em 1994. Doze anos de suas vidas fortadas e abaladas.E o jornalista? Ninguém nem lembra o nome do fulano e acredito piamente que ele trabalha muito bem obrigado. Esse sim, cometeu um crime e saiu ileso. “É a liberdade de expressão”. E onde está a responsabilidade de expressão? Na quente entradinha do fiofó, claro.

“Mas isso não aconteceu mais!!! A gente acertou tudo!!” A questão não é o acerto ou não. A questão é que o comportamento é o mesmo. Antes mesmo da justiça condenar o Chipkevitch pelo crime de pedofilia, a imprensa e sociedade já tinha dado o aval. Só faltou açoitar o gajo em praça pública. Mas, e SE não fosse ele? “Mas tem o vídeo”. Bem, não interessa, quem decide é o juíz, não você. Isso é responsabilidade "e se não for ele...?". Caso do assassinato do gajo da Mega-Sena. Li, certa feita, a seguinte manchete "Loira assassina é solta". Era o "O Globo". Quanta imparcialiade, sabendo que a) ela não foi julgada, b) portanto, não assassina e c)ela é oxigenada (tá, esse último pode deixar passar)

Urge, sim, criar um Conselho formado elementos da profissão, desmembrados do Estado, cientes da mais sagrada e embrionária razão do jornalista existir; A informação em si. Não é utópico pensar que eles poderiam minimizar essa arrogância de quarto-poder da imprensa e redireicionar a verdadeira responsabilidade dos meios informativos e seus autores. O leitor precisa saber dos fatos e somente os fatos. A partir dali, nós criamos uma opinião.

Voltando ao gordinho. Alguém da audiência leu alguma linha reacionária no último parágrafo? Pois bem, o gordinho acho isso o cúmulo “Mas tinha que ser mesmo, filho de militar, nome Figueiredo! Só o nome já lembra o pior da nossa história”Jornalista ignorante mesmo. Meu pai virou militar para aprimorar os estudos de engenharia de modo gratuito, vindo ele de uma família de orgigem muito humilde. (Difícil enxergar um engenheiro botanto um comuna no pau de arara) Ele acha o nome Figueiredo terrível?! Mas não foi com o Figueiredo que começou o processo de redemocratização do Brasil?


Haja paciência, audiência...

Tuesday, March 13, 2007


Enquanto isso, numa contracapa de apostila de Z-Brush...
(Da série "Desenhos de Metrô")

Thursday, March 08, 2007


A distância entre as estações Saens Peña e Siqueira Campos fica minúscula quando se está com um bloco no colo e nanquim na mão.



O que me fascina na mulher é seu jeito encantador de nos levar a beira de um derrame.
[clique na imagem para ampliar]

Saturday, March 03, 2007



Clique na imagem para ampliar


Amigas minhas engravidam. Vejam vocês...




Clique no totem para ampliar.

Wednesday, February 28, 2007


Ela não latia. Revirava lixo. Não tinha o rabo cortado. Comeu músculo de terceira categoria por anos. Não mijava dentro de casa, mas mijava somente apoiada nas patas da frente. Gorfou na minha cara. Debulhava qualquer passarinho de bobeira. Pedia comida de gente e, quando não conseguia, comia sua própria ração. Gostava de batata frita e balas. Encheu o saco na minha primeira transa. Dormiu no pé de minha cama por muito tempo. Teve filhotes. Sempre encantou minhas namoradas. Foi motivo para meus amigos me sacanearem "O Roy tem um poodle Branco". Foi mote para discussão em divórcio. Me viu cabeludo. Não me reconheceu de cabelo curto. Até os nove anos cheirava cigarro, mas parou. Era folgada. Detestava coleira. Já caiu de uma pedra de oito metros e saiu andando. Já foi atropelada numa rua movimentada e só se arranhou. Caiu na piscina, já velha, sem ninguém ver e saiu sozinha. Passeio de carro era com ela mesmo. Me alegrava ao vê-la me receber. Acompanhou-me em dias que a casa estava vazia. Nasceu paulista, cresceu brasiliense e hoje, dia 28 de fevereiro, meu bom cachorro, aos 14 anos de idade, faleceu carioca.

O totó era gente fina à beça. Sentirei a falta do meu poodle branco ridículo.

Monday, February 26, 2007

Saturday, February 24, 2007

Sempre tive vontade de ver meus robôs da infância destruindo uma cidade inteira.
Mais um hobby bacanoso para meu rol; Simular em 3D devaneios pueris.

Friday, February 23, 2007


Lembrem-se de quarta. Lembrem-se de quarta...
(clique na imagem para ampliar)

Sunday, February 18, 2007

Dezenove de Fevereiro. Mi cumpleaños.
Aniversariar no Carnaval é receber abraços e beijos de passistas pra lá de gostosas.
Que beleza.

Thursday, February 15, 2007

A casa também faz ilustração bacanosa.

Thursday, January 18, 2007


...Imagem. Clique. Ampliar....

Friday, January 12, 2007


Os dias de heroismo estão de volta...

Thursday, January 11, 2007

Friday, December 29, 2006


São José dos Campos. Minha terra. A cidade de onde vem os aviões nacionais e camisinhas Jontex sempre me surpreende. A hospitalidade de seu povo, infelizmente, não fica estampada em suas caras, mas não pensem que são pessoas más. Noto, até, que a cada década que passa os joseenses se convencem de que tolerância racial não é algo criado pela TV.

É o progresso invadindo o industrializado interior. Bem bonito.

Friday, December 22, 2006


....clique na imagem para ampliá-la....
E feliz natal.

Tuesday, December 12, 2006

Wednesday, November 08, 2006

O autor do blog também se aventura na enleada arte do brega-hippie.

Saturday, November 04, 2006


Desenho bem tosco que prova que pintura em desenho é como maquiagem em gente feia.

Friday, October 20, 2006


Quando finalmente sento, só me restam três estações para desenhar. Certa feita, tentei desenhar de pé e usei as costas de uma senhora como apoio.

Contaria aqui o episódio, mas fui obrigado pela juíza a nem citar essa história.


Atendendo à aristocracia.

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Desenhos de Metrô.

Tuesday, October 10, 2006


D´oh!

Os tempos de pleito são uma tortura para qualquer eleitor consciente (ou seja, um grupinho de três ou quatro pelo Brasil afora) onde alguns meios de comunicação tomam partido de certo candidato ou tomam candidato de um dado partido e o jogo do poder acaba virando um grande tabuleiro a la "Banco imobiliário"; poucos ficam com muito dinheiro, nunca tem fim e ninguém ganha de verdade.

Contudo, no intuito de revitalizar o imperativo dever cívico, a genial Fernanda Patelli, aspirante a médica e já há algum tempo monstro, vê as eleições por outro prisma, onde busca a verdade por trás de um candidato que há muito já deveria estar no cenário político Brasileiro. A necessidade da presença desse senhor não é para a moralizar a política, mas, puramente, para acabar com falsos Homers que têm por aí.

Vejam a entrevista com Homer Simpson exclusivamente no Patellato de fernandoxilina , que pagou um bom dinheiro por dossiês incriminadores mas preferiu a postar a verdade crua, nua e com uma tatuagem na virilha.

Bom para o Brasil.

Só rerabiscar aqui, tirar ali, colocar acolá, remodelar cá, colorir
tudo e - pimba! - finalmente teremos o desenho da tatuagem do autor do Blog.

Saturday, September 16, 2006

Primeiro rascunho da "Comissaria Orbital; Distrito Omega"
Veremos até onde consigo levá-los.


Wednesday, September 13, 2006

Tuesday, August 29, 2006

O quadro negro, a partilha do saber, a fluidez do conhecimento, o crepúsculo da ignorância e a aurora da educação. Orientar e iluminar, os convites para a plena sabedoria.

Discurso sem pé nem cabeça para expressar minha completa alegria em voltar a dar aulas.

Wednesday, August 16, 2006

A Capital Federal é fora de série.


Na verdade sempre foi. Eu é que não conseguia enxergar direito.

Tuesday, August 08, 2006


Castro Alves sabia das cousas...
...mas não conhecia os shoppings.

(suspiro)

Calaveras y diablitos... NO invaden mi corazón.

Thursday, July 27, 2006

Sunday, July 02, 2006


Queimar a língua é o exercício prático para a caminho da perfeição individual. O misoneísmo, ato mais desconfortável que peidar em público, é teimoso e ainda sobrevive às provas mais óbvias de que a conduta da torção de nariz gratuita sobre o novo não é a ideal - nem necessária.

Escrever sobre o fiasco da seleção brasileira é estupidez. O autor do blog acha que os canarinhos deram até sorte de chegar às quartas de final. Resta somente dar um ponto final a esse episódio com um "Não disse?".

O que se deve entender sobre o quaimar da língua, aqui, é num patamar mais âmplo, aquele que engloba todas os ditames muitas vezes errôneos que insistimos em abraçar como um confortável urso de pelúcia. Não há nada de mal em entrar numa saia justa vez por outra por conta da sua (nossa) cretina cegueira, mas ela tem que ser ponderada e quando ocorrer que o novo fato seja bem vindo e avaliado de forma concisa.

Descreditar uma idéia nova que está vinculada a algum objeto que já tem asco, por exemplo, é uma releitura de "Não vi e não gostei". Quebremos paradigmas! Eles estão aí para isso. Deixe o novo apresentar-se para uma real avaliação sua. Nada de ignorá-lo sem nem ao menos dar chance.

Um exemplo bom foi o que ocorreu há pouco; O autor do blog viu no televisor, enquanto trablhava, um clipe. Sem o som. Ao dar uma olhada no vídeo ficou entusiasmado e assistiu-o até o final. Ótima produção, idéia critativa e brincadeira muito bem feita com a mescla de personagens 3D com imagens reais.

Várias adivinhações sobre os músicos do clipe; "Hum... isso tem cara de White Stripes", "Não, não, não... definitavemtne é Sonic Youth, eles brincam muito com isso". "Já sei, indubitavelmente é algo como Weezer".

Era o novo clipe de Sandy e Junior.

A confissão é inevitável; O trabalho é ótimo. A música continua anônima, pois, o televisor estava no mudo. Mas, embalado nessa onda de quebra de barreiras, talvez dê uns conferes na canção.

De qualquer modo, é fato que a dupla perdeu um pouco da graça, afinal, Sandy não é mais virgem.

Tuesday, May 30, 2006


Os trotes da Universidade Federal de Ouro Preto podem ser de gosto duvidoso, mas é inegável que são esteticamente bacanas.

"memories... II"
Continuando com a estória das imagens perdidas.
Essa era a que coroava o Relatório Lexotan.

Monday, April 24, 2006


Não há nada de divertido em insônias. Nada.

Monday, April 17, 2006

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