
Friday, May 25, 2007
Sunday, May 20, 2007

Barulhinhos 80. Equipamento bom para pouca qualidade de som. Muitas ferramentas que não sabem ser usadas. Cores estranhas. Brechós. i-Pods. Fotologs. E muito, mas muito crime visual em Photoshop.
Audiência, com vocês, os iDiotas.
Friday, May 18, 2007
Thursday, May 10, 2007

Wednesday, May 02, 2007
Monday, April 30, 2007
Sunday, April 29, 2007
A arte sequencial é um braço artístico cheio de vaidades e disputa de egos.
Por isso mesmo não dei o merecido crédito à Fernanda Patelli pela peguena contribuição que deu ao "Said - O Homem-Bomba imaginário"; Ela o idealizou.
Aproveitando a reparação, unam-se à luta solidária da moça pelo livre acesso de Ferraris à Daslu. Matéria completa sobre o caso na "Delegacia de Caras - Onde xadrez é a última moda"
Fernanda é a mulher que qualquer homem da área da saúde mental gostaria de ter para si.
Friday, April 27, 2007

Said; O Homem-Bomba Imaginário começará a aparecer não só para David, mas para todos os dois leitores de Figueiredista.
(Clique na imagem para ampliar)
Sunday, April 22, 2007
Sunday, April 15, 2007
Saturday, April 14, 2007
Friday, April 13, 2007
Wednesday, April 11, 2007
Procurei me informar e me desculpar pela gafe cometida quando li, nos comentários desse blog, um adendo de "Daniela". Segue; "Os jornais não podem publicar notícias sobre suicídio. Nenhum." O "nenhum" no final foi inquestionável. (pausa) Claro que é questionável...
Ao longo de todo manual li alguns "Não pode";
- Não informar detalhes específicos do método utilizado; (Escrever que se jogou no metrô não é especificar método! Dizer que foi o pimeiro vagão, onde o condutor não teria ação e seria batata, sim.)
- Não glorificar o suicídio ou fazer sensacionalismo sobre o caso;
Se os jornalistas não sabem dar a notícia sem recair nisso, francamente...
Bem, como jornalistas que estão ali no "front" são preguiçosos, também me valho do direito de procrastinar e não procurar uma fonte segura onde esteja escrito "Não podemos escrever sobre problemas de suicídio. Nunca".
Se alguém da audiência achar e escrever que estou errado, me retratarei novamente aqui. E quantas vezes forem necessárias. Afinal, não sou um jornalista podre e me desculpo polidamente pelas gafes que meu teclado comete.
Tuesday, April 10, 2007
Monday, April 09, 2007
Vida Underground.
Fim de tarde complicado no underground carioca. Não que bandas que imitam o D2, Los Hermanos e outras chatices alternativas estejam com problemas. Foi o metrô carioca.
O transporte que tanto me inspira passou por problemas operacionais. A metade de seu trecho foi fechado. Como ando uma linha inteira para ir do trabalho para casa, a chateação me afetaria diretamente. Bem, eu achava que o problema era com a Light, já que na casa de uma amiga, que mora nas redondezas da estação Glória, estava sem energia. Segui com meu próprio bode espiatório para xingar em pensamento. (Vejam quanta polidez, não participei do fórum público aberto pelos passageiros. E, se eu ler mais uma vez que brasileiro não reclama, cuspo na cara do jornalista que se atreveu a escrever essa idiotice)
Ao desembarcar na Glória, já estava subindo as escadas lotadas quando, por sorte, o sistema de som da estação avisou que o metrô estava retomando suas operações normais. Muita sorte e a vida continuou. Bem, a vida continuou para mim e para todo o resto, menos para o gajo que pulou na Estação Cinelândia.
Um bom amigo, que tem todo crédito com o autor do blog, contou que o problema desse atraso foi gerado por um suicida que pulou nos trilhos, logo na chegada do vagão à estação lotada. Não deu para o condutor fazer nada, disse ele, testemunha ocular do fato. Deixo para o leitor, assim como esse meu amigo deixou para mim, a dimensão do pânico que se deu na estação. No mínimo fatídico.
Agora, caríssimos, façamos uma brincadeira interativa. Acessem o Google e digitem “Metrô Carioca Suicídio” ou “Metrô Rio atraso” em notícias. Nadinha. Um site de notícias, do Terra, relata que houve um certo atraso. Que um homem “caiu” na estação.
A G1, que gaba-se por estar na crista da notícia e ser carioca da gema, estava em cima quando um par de barcas ficou a deriva na Baía de Guanabara, agora, até o post desse comentário, não relatou que no Metrô Rio teve um gajo que se espatifou nos trilhos. Alguns passageiros gostariam de saber o que ocorreu nessa tarde – e, acreditem, foi devastador em atraso e problemas. Será que ficou anônimo o fato porque eles não tem plantão ou é porque no Metrô Rio vende com exclusividade os jornais “O Globo” e “Extra”, que são da mesma empresa, e não querem manchar a imagem de ninguém?
Para não ficar na minha já redundante reclamação sobre os podres jornalistas brasileiros, termino escrevendo; Adolescentes Emos deprimidos do meu Brasil varonil, tomem remédios no conforto de suas casas quando quiserem cometer suicídio.
Sunday, April 08, 2007
Friday, April 06, 2007
Thursday, March 29, 2007

Incrivelmente, esse jabá ainda está rendendo alguns frutos. A produção e elenco foram convidados a ir para Cachoeiro de Itapemirim (cidade natal do rei) participar da semana que comemora o aniversário do monarca. A produção fará uma montagem na cidade, partilharemos nosso espetáculo com os conterrâneos de Roberto e, de quebra, ficaremos por lá alguns dias para ver de qual é. Só animação.
Pequena grande cidade.
Wednesday, March 28, 2007
Tuesday, March 27, 2007

...o modo do sujeito se expressar é infinitamente mais cortês. Claro.
Seria genial estampar isso em blusa com o escrito; "Crime; Política partidária". (hum... muito revoltinha, mas é isso)
Tuesday, March 20, 2007
Monday, March 19, 2007

Sunday, March 18, 2007
Wednesday, March 14, 2007
Ainda surpreendido, me chamou a atenção o cenário Mini-Brasil ali configurado. Ele e eu. Jornalistas versus sociedade. Parecia mesmo a discussão que os jornalistas menos sérios evitam há anos; Sua qualidadade, responsabilidade no que reportam e imparcialidade.
O moço, tomado pela raiva até o começo de seu Comb-over, apontou o dedo para esse que vos escreve e disse que eu tinha um “espíritozinho milico” ao defender alguma agência reguladora para a classe. “E a liberdade de expressão?!? O governo poderia controlar o que é escrito!! E aí?! É ditadura de novo, negão!!Reacionário! Tu sabe o que foi ditadora?!?”, e foi aí que eu vi que o discurso do sujeito é o MESMO que se vê pro aí quando se fala numa agência reguladora para a profissão. Quanto medo.
Retruquei calmo - incrível o que a sobriedade anda me fazendo. Qual o vínculo com o Estado que os conselhos de qualquer outra profissão tem? Isso mesmo, cara audiência. Zero.
O Engenheiro Sérgio Murilo Domingues (Não o dono Naya) do Palace 2 respondeu na íntegra pela responsabilidade do desmoronamento, pois, o CREA, há bilhões de anos luz, disse assim “Cada obra terá um responsável técnico que supervisionará as obras e tudo que acontece nela para que haja controle do que se produz nos critérios de segurança e qualidade de produção”. Aí, cada obra tem o Responsável Técnico. Ele causou danos e terá que pagar pela sua omissão. Desde então, esse homem não assinou nem projeto de casa de cachorro. Incompetente? Retiramos do mercado, pois, não é dos nossos. Simples assim.
Agora, peguemos um gordo leguminoso jornalista barbudo (nada pessoal com o gajo, foi só ilustração repleta de coincidência) escreve sobre um casal dono de um jardim de infância no interior de São Paulo, regido pela mente fantasiosa de algumas fontes bem imbecis. “Esse casal é pedófilo e mantém uma escolinha” dizem. É a bomba do século. O Jornalista publica, o Ministério Público vai atrás e começa o processo de difamação do casal. O jornalista brasileiro é um dos poucos no mundo que não sabe (ou não quer saber) a diferença entre acusado, suspeito e indiciado.
Obviamente, orgulhoso pai de seu menino, o jornalista põe lenha na fogueira e manda uma redação sobre a história onde o “acusados” transofrma-se em “fascínoras repletos de culpas, esses safados”. A sociedade já julga. Contudo, o judiciário não cai muito nessa e vê os fatos com calma. O casal, que desde o começo se dizia inocente, de fato, era.
“Mas isso não aconteceu mais!!! A gente acertou tudo!!” A questão não é o acerto ou não. A questão é que o comportamento é o mesmo. Antes mesmo da justiça condenar o Chipkevitch pelo crime de pedofilia, a imprensa e sociedade já tinha dado o aval. Só faltou açoitar o gajo em praça pública. Mas, e SE não fosse ele? “Mas tem o vídeo”. Bem, não interessa, quem decide é o juíz, não você. Isso é responsabilidade "e se não for ele...?". Caso do assassinato do gajo da Mega-Sena. Li, certa feita, a seguinte manchete "Loira assassina é solta". Era o "O Globo". Quanta imparcialiade, sabendo que a) ela não foi julgada, b) portanto, não assassina e c)ela é oxigenada (tá, esse último pode deixar passar)
Urge, sim, criar um Conselho formado elementos da profissão, desmembrados do Estado, cientes da mais sagrada e embrionária razão do jornalista existir; A informação em si. Não é utópico pensar que eles poderiam minimizar essa arrogância de quarto-poder da imprensa e redireicionar a verdadeira responsabilidade dos meios informativos e seus autores. O leitor precisa saber dos fatos e somente os fatos. A partir dali, nós criamos uma opinião.
Voltando ao gordinho. Alguém da audiência leu alguma linha reacionária no último parágrafo? Pois bem, o gordinho acho isso o cúmulo “Mas tinha que ser mesmo, filho de militar, nome Figueiredo! Só o nome já lembra o pior da nossa história”Jornalista ignorante mesmo. Meu pai virou militar para aprimorar os estudos de engenharia de modo gratuito, vindo ele de uma família de orgigem muito humilde. (Difícil enxergar um engenheiro botanto um comuna no pau de arara) Ele acha o nome Figueiredo terrível?! Mas não foi com o Figueiredo que começou o processo de redemocratização do Brasil?
Haja paciência, audiência...
Tuesday, March 13, 2007
Thursday, March 08, 2007

Saturday, March 03, 2007
Wednesday, February 28, 2007

Ela não latia. Revirava lixo. Não tinha o rabo cortado. Comeu músculo de terceira categoria por anos. Não mijava dentro de casa, mas mijava somente apoiada nas patas da frente. Gorfou na minha cara. Debulhava qualquer passarinho de bobeira. Pedia comida de gente e, quando não conseguia, comia sua própria ração. Gostava de batata frita e balas. Encheu o saco na minha primeira transa. Dormiu no pé de minha cama por muito tempo. Teve filhotes. Sempre encantou minhas namoradas. Foi motivo para meus amigos me sacanearem "O Roy tem um poodle Branco". Foi mote para discussão em divórcio. Me viu cabeludo. Não me reconheceu de cabelo curto. Até os nove anos cheirava cigarro, mas parou. Era folgada. Detestava coleira. Já caiu de uma pedra de oito metros e saiu andando. Já foi atropelada numa rua movimentada e só se arranhou. Caiu na piscina, já velha, sem ninguém ver e saiu sozinha. Passeio de carro era com ela mesmo. Me alegrava ao vê-la me receber. Acompanhou-me em dias que a casa estava vazia. Nasceu paulista, cresceu brasiliense e hoje, dia 28 de fevereiro, meu bom cachorro, aos 14 anos de idade, faleceu carioca.
O totó era gente fina à beça. Sentirei a falta do meu poodle branco ridículo.







































