Monday, June 18, 2007


Escrevo e reescrevo quantas vezes forem necessárias; minha amiga Fernanda Patelli é um gênio. E doida varrida.


Conversando sobre a biografia (?) de Saulo Ramos, O Código da Vida, Patelli lançou uma opinião bastante interessante sobre o livro que ainda não lemos; Tende a ser uma completa farsa literária.

É tecendo saudáveis conversas com gente do naipe de Fernanda que chegamos à conclusão que o mundo é dos que enganam e dos que se deixam enganar.

Para quem ainda não conhece a teclada cáustica dessa mulher elegantíssima, sugiro darem uma chance à curiosidade canina.

Friday, June 15, 2007

Wednesday, June 13, 2007


Atrasado, mas de coração.

Se alguém de seu remoto passado lhe convidar para uma festa onde outras pessoas do seu remoto passado estarão, sugiro levar um saco de lixo para cobrir a cara em algum momento de qualquer conversa.

Tuesday, May 29, 2007


Esperando para ser atendido num dado compromisso hoje, a bacaníssima música "Dougy Giro" da banda britânica "Toy Dolls" era a canção que não saía da minha cabeça e se repetia. Exaustivamente. Na ocasião, estava com meu caderno de desenhos e uma nanquim.

Deu no que deu.

Saturday, May 26, 2007


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Friday, May 25, 2007


A cadência das atualizações está baixando. Contudo, é por uma ótima causa.



Algúem da audiência sabe o que acontece quando um sujeito resolve invadir a praia de desenhistas sérios? Exatamente; Toda mulher desenhada parecerá um traveco.


(Ou com Angelica Huston que, por sua vez, se parece com um traveco.)

Sunday, May 20, 2007




Eles estouram saturação de qualquer foto que batem deles próprios. Ignoram solenemente padrões estéticos e senso do ridículo. Se repetem, caem em contradição e louvam a coisa efêmera com amor eterno.

Barulhinhos 80. Equipamento bom para pouca qualidade de som. Muitas ferramentas que não sabem ser usadas. Cores estranhas. Brechós. i-Pods. Fotologs. E muito, mas muito crime visual em Photoshop.

Audiência, com vocês, os iDiotas.

Thursday, May 10, 2007


Como já escrevi, o Roquenrrou, esse senhor cheio de próteses mas ainda vivo, desafia pessimistas quando sujeitos de boa fé e seus festivais musicais ajudam-no a se renovar. Esse é o projeto Ondieoroque, que tem sua primeira edição marcada para 24 de Maio, aqui no Rio de Janeiro. Uns camaradas de sagacidade compulsiva que organizam o evento me chamaram para dar uma força no cartaz. Está aí. E o endereço, preço e dia também. Cola lá.

Monday, April 30, 2007

Sunday, April 29, 2007

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A arte sequencial é um braço artístico cheio de vaidades e disputa de egos.
Por isso mesmo não dei o merecido crédito à Fernanda Patelli pela peguena contribuição que deu ao "Said - O Homem-Bomba imaginário"; Ela o idealizou.



Aproveitando a reparação, unam-se à luta solidária da moça pelo livre acesso de Ferraris à Daslu. Matéria completa sobre o caso na "Delegacia de Caras - Onde xadrez é a última moda"

Fernanda é a mulher que qualquer homem da área da saúde mental gostaria de ter para si.



Friday, April 27, 2007



Said; O Homem-Bomba Imaginário começará a aparecer não só para David, mas para todos os dois leitores de Figueiredista.

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Sunday, April 15, 2007

Friday, April 13, 2007



Doravante, lições polidíssimas de cortesia e fino trato.

Wednesday, April 11, 2007

ERREI.
Minha perseguição doentia à preclara classe dos jornalistas me traiu. Culpei, sem o conhecimento necessário, o canal de notícias G1 pela sua falta de compromisso com o relato de um suicído ocorrido no metrô carioca. O que chamei de omissão por interesses comerciais, foi, na verdade, uma interpretação do jornal de uma orientação da Organização Mundial da Saúde, que, mais que bem embasada, publicou em 2000 o manual "Prevenção do Suicídio; Um manual para profissionais da mídia".

Procurei me informar e me desculpar pela gafe cometida quando li, nos comentários desse blog, um adendo de "Daniela". Segue; "Os jornais não podem publicar notícias sobre suicí­dio. Nenhum." O "nenhum" no final foi inquestionável. (pausa) Claro que é questionável...
Mas, Opa! Estou escrevendo que errei por ter escrito que o silêncio foi por motivo comercial. Nada mais. O motivo, depois de ler direitinho a orientação da OMC - Orgão pelo qual cultivo enorme respeito - só me levou a crer que nada foi escrito por pura preguiça.
Dani e audiência, percebam, a OMC - e suponho que seja essa a base da oritentação, posto que os jornalistas não têm Conselho regulador da classe, que o código de ética da ABI (Art. 10º) nada diz e que qualquer braço do poder público que diga "não pode" para a imprensa vira "censura" - nesse manual, sugere "O Relato de suicídios de uma maneira apropriada, acurada e cuidadosa, por meios de comunicação esclarecidos, pode prevenir perdas trágicas de vidas".

Ao longo de todo manual li alguns "Não pode";
- Não publicar fotografias do falecido ou cartas suicidas;
- Não informar detalhes específicos do método utilizado; (Escrever que se jogou no metrô não é especificar método! Dizer que foi o pimeiro vagão, onde o condutor não teria ação e seria batata, sim.)
- Não fornecer explicações simplistas;
- Não glorificar o suicídio ou fazer sensacionalismo sobre o caso;
- Não usar estereótipos religiosos ou culturais.
- Não atribuir culpas.
Se os jornalistas não sabem dar a notícia sem recair nisso, francamente...
Alcoolismo, drogadição, adicção, depressão e suicídio são problemas ocultos de saúde pública que a mídia não gosta muito de dar espaço. Por incompetência e, de novo, para fugir de responsabilidade, preferem se esconder atrás de um quentinho "Não posso escrever" ao invés de tentar - ineditamente - fazer algo de bom para a sociedade. Dani só me orientou onde estava o verdadeiro erro do G1; Covardia e preguiça.

Bem, como jornalistas que estão ali no "front" são preguiçosos, também me valho do direito de procrastinar e não procurar uma fonte segura onde esteja escrito "Não podemos escrever sobre problemas de suicídio. Nunca".

Se alguém da audiência achar e escrever que estou errado, me retratarei novamente aqui. E quantas vezes forem necessárias. Afinal, não sou um jornalista podre e me desculpo polidamente pelas gafes que meu teclado comete.

Tuesday, April 10, 2007

Monday, April 09, 2007

Vida Underground.

Fim de tarde complicado no underground carioca. Não que bandas que imitam o D2, Los Hermanos e outras chatices alternativas estejam com problemas. Foi o metrô carioca.

O transporte que tanto me inspira passou por problemas operacionais. A metade de seu trecho foi fechado. Como ando uma linha inteira para ir do trabalho para casa, a chateação me afetaria diretamente. Bem, eu achava que o problema era com a Light, já que na casa de uma amiga, que mora nas redondezas da estação Glória, estava sem energia. Segui com meu próprio bode espiatório para xingar em pensamento. (Vejam quanta polidez, não participei do fórum público aberto pelos passageiros. E, se eu ler mais uma vez que brasileiro não reclama, cuspo na cara do jornalista que se atreveu a escrever essa idiotice)

Ao desembarcar na Glória, já estava subindo as escadas lotadas quando, por sorte, o sistema de som da estação avisou que o metrô estava retomando suas operações normais. Muita sorte e a vida continuou. Bem, a vida continuou para mim e para todo o resto, menos para o gajo que pulou na Estação Cinelândia.

Um bom amigo, que tem todo crédito com o autor do blog, contou que o problema desse atraso foi gerado por um suicida que pulou nos trilhos, logo na chegada do vagão à estação lotada. Não deu para o condutor fazer nada, disse ele, testemunha ocular do fato. Deixo para o leitor, assim como esse meu amigo deixou para mim, a dimensão do pânico que se deu na estação. No mínimo fatídico.


Agora, caríssimos, façamos uma brincadeira interativa. Acessem o Google e digitem “Metrô Carioca Suicídio” ou “Metrô Rio atraso” em notícias. Nadinha. Um site de notícias, do Terra, relata que houve um certo atraso. Que um homem “caiu” na estação.

A G1, que gaba-se por estar na crista da notícia e ser carioca da gema, estava em cima quando um par de barcas ficou a deriva na Baía de Guanabara, agora, até o post desse comentário, não relatou que no Metrô Rio teve um gajo que se espatifou nos trilhos. Alguns passageiros gostariam de saber o que ocorreu nessa tarde – e, acreditem, foi devastador em atraso e problemas. Será que ficou anônimo o fato porque eles não tem plantão ou é porque no Metrô Rio vende com exclusividade os jornais “O Globo” e “Extra”, que são da mesma empresa, e não querem manchar a imagem de ninguém?

Para não ficar na minha já redundante reclamação sobre os podres jornalistas brasileiros, termino escrevendo; Adolescentes Emos deprimidos do meu Brasil varonil, tomem remédios no conforto de suas casas quando quiserem cometer suicídio.

Thursday, March 29, 2007


Em meados de 2005 escrevi o texto de um musical cujo enredo foi , nada mais, nada menos, que o Rei Roberto Carlos. O espetáculo chamou-se "As Robertas - Loucas pelo Rei". O negócio deu bem certo e o audiência aprovou - e eu, quebrei alguns preconceitos que tinha acerca do cantor.

Incrivelmente, esse jabá ainda está rendendo alguns frutos. A produção e elenco foram convidados a ir para Cachoeiro de Itapemirim (cidade natal do rei) participar da semana que comemora o aniversário do monarca. A produção fará uma montagem na cidade, partilharemos nosso espetáculo com os conterrâneos de Roberto e, de quebra, ficaremos por lá alguns dias para ver de qual é. Só animação.
Sempre quis conhecer Cachoeiro. Para ser franco, a curiosidade me despertou na época que eu fazia Rio-Brasília-Rio de ônibus. Rota exclusiva da Viação Itapemirim.

Pequena grande cidade.

Wednesday, March 28, 2007




Sem título.
Cigarro e Nanquim sobre papel e Photoshop.
2007.

Tuesday, March 27, 2007


O mérito desse fabuloso desenho, infelizmente, não é meu. Pertence ao doente do Suco de Cérebro que, de vez em sempre, traduz em traços o que eu gostaria de gritar muito alto no ouvido de alguém...

...o modo do sujeito se expressar é infinitamente mais cortês. Claro.


Seria genial estampar isso em blusa com o escrito; "Crime; Política partidária". (hum... muito revoltinha, mas é isso)

Tuesday, March 20, 2007


Fui criado numa Base da Força Aérea Brasileira.
Ainda me pego influenciado por essa época.

Monday, March 19, 2007


Pois é. Tive a chance de participar desses Plim-Plins aí. O mote era daqueles "Pratique esportes", "Vá a escola", "Obedeça pai e mãe", "não dê a bunda" e por aí vai. Desenvolvi a idéia bacaninha sobre trabalho infantil. Idéia boa mesmo. Mas, no Far West ser rápido no gatilho requer ser rápido também no saque. Prazos vêm, prazos vão, no meio-de-campo há a procrastinação e - pimba! - prazos expiram. Poderia culpar outros, mas não estou com saco para tirar responsabilidade das minhas costas e, francamente, seria muita cara-de-pau minha, pois, se eu quisesse, essa porcaria estaria animada e fazendo Plim-Plim por aí há tempos.
Não quis, essa é que é a verdade.
Mas, esse não é um texto de "Mea culpa", por mais que pareça. É somente um aviso que, nem que por questão de honra, colocarei no ar essa animação pela emissora. Artisticamente mais maduro, o que é melhor.
Para meus amigos e o resto que acham que a Rede Globo de Televisão é um conglomerado do mal e que é errado eu postar meu trabalho lá; Caiam na real.

Wednesday, March 14, 2007

"Extra! Extra! Figueiredo é acusado de ser reacionário!"
Me apetece aos montes praguejar contra a imprensa nacional. Mesmo. Acho-a mimada, irresponsável, manipuladora e covarde. Burros ao extremo ao noticiar qualquer novidade científica, por exemplo, justificam sua própria ignorância rebatendo-a ao público a limitação “Mas é um jornal de alcance geral. Todos tem que entender de forma clara o que o projeto científico em questão trata” (Claro, explicaram muito bem a diferença entre os US$ 20 milhões do Astronauta Marcos Pontes e o mesmo dinheiro que o turista americano pagou para ir ao espaço. Tanto que iniciou um debate mogolíssimo acerca disso) Redações inteiras têm rabos presos por conta de um contrato comercial que a empresa que controla o jornal tem ou ligado a um político x. E esse último não rareia, posto que boa parte dos legisladores têm concessão radiofônica e televisiva. Ah, e a constituição não permite, mas estão lá. Mistério.
Anyway, estava praguejando contra tudo isso. Como sempre. Por ser um sujeito mal educado que não tem a fina intenção de bajular o próximo e limitar minha liberdade, disse tudo isso na frente de um engajado, mas medíocre, jornalista. O que me deixou mais intrigado não foram os gritinhos nem os xiliques que um homem barbudo pesando, aproximandamente, uns cem quilos deu. (Aliás, não sabia que sujeitos de voz grossa alcançavam agudos tão finos.) mas sua defesa ceguissima em relação à classe.


Ainda surpreendido, me chamou a atenção o cenário Mini-Brasil ali configurado. Ele e eu. Jornalistas versus sociedade. Parecia mesmo a discussão que os jornalistas menos sérios evitam há anos; Sua qualidadade, responsabilidade no que reportam e imparcialidade.


O moço, tomado pela raiva até o começo de seu Comb-over, apontou o dedo para esse que vos escreve e disse que eu tinha um “espíritozinho milico” ao defender alguma agência reguladora para a classe. “E a liberdade de expressão?!? O governo poderia controlar o que é escrito!! E aí?! É ditadura de novo, negão!!Reacionário! Tu sabe o que foi ditadora?!?”, e foi aí que eu vi que o discurso do sujeito é o MESMO que se vê pro aí quando se fala numa agência reguladora para a profissão. Quanto medo.


Retruquei calmo - incrível o que a sobriedade anda me fazendo. Qual o vínculo com o Estado que os conselhos de qualquer outra profissão tem? Isso mesmo, cara audiência. Zero.

O Engenheiro Sérgio Murilo Domingues (Não o dono Naya) do Palace 2 respondeu na íntegra pela responsabilidade do desmoronamento, pois, o CREA, há bilhões de anos luz, disse assim “Cada obra terá um responsável técnico que supervisionará as obras e tudo que acontece nela para que haja controle do que se produz nos critérios de segurança e qualidade de produção”. Aí, cada obra tem o Responsável Técnico. Ele causou danos e terá que pagar pela sua omissão. Desde então, esse homem não assinou nem projeto de casa de cachorro. Incompetente? Retiramos do mercado, pois, não é dos nossos. Simples assim.

Agora, peguemos um gordo leguminoso jornalista barbudo (nada pessoal com o gajo, foi só ilustração repleta de coincidência) escreve sobre um casal dono de um jardim de infância no interior de São Paulo, regido pela mente fantasiosa de algumas fontes bem imbecis. “Esse casal é pedófilo e mantém uma escolinha” dizem. É a bomba do século. O Jornalista publica, o Ministério Público vai atrás e começa o processo de difamação do casal. O jornalista brasileiro é um dos poucos no mundo que não sabe (ou não quer saber) a diferença entre acusado, suspeito e indiciado.

Obviamente, orgulhoso pai de seu menino, o jornalista põe lenha na fogueira e manda uma redação sobre a história onde o “acusados” transofrma-se em “fascínoras repletos de culpas, esses safados”. A sociedade já julga. Contudo, o judiciário não cai muito nessa e vê os fatos com calma. O casal, que desde o começo se dizia inocente, de fato, era.
Essa história é popular. Icushiro Shimada, Maria Aparecida Shimada e Maurício Monteiro de Alvarenga foram condenados culpados pela sociedade, por bastante tempo. A dúvida para o público da inocência ficou no ar. “Acho que faltaram provas”, “Escaparam de fininho!”. Nunca o julgamento que o jornalista vende será trocado pelo bom senso. Não acreditamos muito em autoridades, por isso, vem o gancho para que o imprensa nacional se julgue o quarto poder. Quanto às vítimas? Até agora se vêem às voltas com processos indenizadórios. A denúncia ocorreu em 1994. Doze anos de suas vidas fortadas e abaladas.E o jornalista? Ninguém nem lembra o nome do fulano e acredito piamente que ele trabalha muito bem obrigado. Esse sim, cometeu um crime e saiu ileso. “É a liberdade de expressão”. E onde está a responsabilidade de expressão? Na quente entradinha do fiofó, claro.

“Mas isso não aconteceu mais!!! A gente acertou tudo!!” A questão não é o acerto ou não. A questão é que o comportamento é o mesmo. Antes mesmo da justiça condenar o Chipkevitch pelo crime de pedofilia, a imprensa e sociedade já tinha dado o aval. Só faltou açoitar o gajo em praça pública. Mas, e SE não fosse ele? “Mas tem o vídeo”. Bem, não interessa, quem decide é o juíz, não você. Isso é responsabilidade "e se não for ele...?". Caso do assassinato do gajo da Mega-Sena. Li, certa feita, a seguinte manchete "Loira assassina é solta". Era o "O Globo". Quanta imparcialiade, sabendo que a) ela não foi julgada, b) portanto, não assassina e c)ela é oxigenada (tá, esse último pode deixar passar)

Urge, sim, criar um Conselho formado elementos da profissão, desmembrados do Estado, cientes da mais sagrada e embrionária razão do jornalista existir; A informação em si. Não é utópico pensar que eles poderiam minimizar essa arrogância de quarto-poder da imprensa e redireicionar a verdadeira responsabilidade dos meios informativos e seus autores. O leitor precisa saber dos fatos e somente os fatos. A partir dali, nós criamos uma opinião.

Voltando ao gordinho. Alguém da audiência leu alguma linha reacionária no último parágrafo? Pois bem, o gordinho acho isso o cúmulo “Mas tinha que ser mesmo, filho de militar, nome Figueiredo! Só o nome já lembra o pior da nossa história”Jornalista ignorante mesmo. Meu pai virou militar para aprimorar os estudos de engenharia de modo gratuito, vindo ele de uma família de orgigem muito humilde. (Difícil enxergar um engenheiro botanto um comuna no pau de arara) Ele acha o nome Figueiredo terrível?! Mas não foi com o Figueiredo que começou o processo de redemocratização do Brasil?


Haja paciência, audiência...

Tuesday, March 13, 2007


Enquanto isso, numa contracapa de apostila de Z-Brush...
(Da série "Desenhos de Metrô")

Thursday, March 08, 2007


A distância entre as estações Saens Peña e Siqueira Campos fica minúscula quando se está com um bloco no colo e nanquim na mão.



O que me fascina na mulher é seu jeito encantador de nos levar a beira de um derrame.
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Saturday, March 03, 2007



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Amigas minhas engravidam. Vejam vocês...




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